Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

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Entre o Amor e a Dor

Julho 24, 2009

era uma vez2Acredito que o cinema nacional tem melhorado cada vez mais. Por falar em naionalidade cinematográfica, estivemos em Sampa em Julho do ano passado e, no momento era lançado o filme “Era uma vez…”, com o Thiago Martins, o qual protagoniza a narrativa e também estava no Shopping Eldorado participando da estreia.

A poucos centímetros do elenco, como também de conhecer o enredo da trama, guardei as imagens daquele momento. Só esta semana pude assistir ao filme e, perceber que não se trata apenas de mais uma historinha de amor, de pobre e rico, de favelado e princesa…

Ainda continuo em transe, pensando em cada detalhe, cada cena, conflito. era uma vezFico a pensar de como seria se o rumo tivesse sido outro, o que teria acontecido se os sonhos daquele casal jovem e inocente tivessem acontecido de forma diferente, ou será que estou alimentando o sonho… ou o sonho do casal tornou-se extensivo a mim? Acredito tanto no amor, mais que amor é esse? Como foram mal-interpretados. Como ser diferente atrapalha.

Confesso que não construi uma ideia sobre as imagens, não formalizei um pensamento, apenas vi que a possibilidade de amar nem sempre tem um final feliz.

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Homenagem!

Julho 24, 2009

Academia. Em outros posts recorri à academia com tons não tanto satisfatórios, talvez pela dor, ou ainda pelos acontecimentos durante a feitura da Dissertação, pela decepção etc.

Mais lembro que em outros momentos também falei das coisas boas, as quais me fazem sorrir e acreditar que é possível estabelecer metas em nossas vidas. Surpresas e agradecimentos são comuns, mais por esse não esperava. Meus amados alunos concluintes do Curso de Letras, os quais estão recebendo o grau daqui a pouco, por voltas das 18h, prestaram uma homenagem a mim, marcando para a eternidade minha presença, agora não mais como aluno, mais como homenageado da Placa. Nem tenho palavras para agradecer, apenas digo que a felicidade rompe todos os limites reais…

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Não vejo como vaidade, nem orgulho. Vejo como reconhecimento de dedicação, apoio, crescimento conjunto, unidos com o único objetivo, de que seríamos responsáveis pela nossa existência, principalmente pela nossa contribuição naquela instituição, acreditando na força, dedicação e capacidade de construir um mundo melhor.

… Acreditar que o mundo será melhor através da educação é algo presoa mim, ideologia, filosofia de minha vida.

 

Obrigado, meus novos colegas de profissão!

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Nova Paixão!

Julho 21, 2009

Não sei o que me aconte, nem tão pouco o que está por vir, apenas me apaixono cada vez mais pela literatura. Por falar em literatura, talvez para alguns soe como infantil demais, para mim tem sido motivo de consumo e desejo.

Estou falando da série Harry Potter, da escritora J. K. Rowling. O objeto concreto está a caminho, comprei a coleção completa para deleitar-me nas próximas férias, mais gostaria de enfatizar a versão adaptada, ou seja, o quinto filme da saga do bruxinho mais simpático da história. Estreou há um pouco mais de uma semana, só pude ir ao cinema ontem, diante mão, mágico.harry

Mágico é o sinônimo mais adequado. Não falta magia em todos os sentidos, pois durante toda a narrativa é notório, os feitiços, encantos, viagens aos mundos. Foi sensacional, emocionante, simples, aliás, tudo que uma “criança” gostaria de participar. A criança no sentido mais amplo da palavra, falo daquele ser que habita em cada um de nós, me senti como se fosse um aprendiz de porções, refletindo como adulto cada detalhe da trama que é essencial à existência humana.

Marcando meu retorno ao blog, era isso que gostaria de destacar, a vida como magia, magia que encanta, brilha, trasncende o tempo e o espaço.

 

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Academia

Fevereiro 4, 2009

Pode parecer que vou falar da brincadeira de criança ou mesmo da homenagem que a brincadeira recebeu da Rose, mais quero falar da academia que é sonho de muita gente após passar pelo vestibular.

Ontem voltei às aulas da UEPB, na qual sou professor de Língua Portuguesa nas turmas de quarto ano, além de uma complementação em Leitura e Produção de Textos, praticamente turma de feras. Contei com a recepção de ex-alunos e alunos veteranos, os quais fizeram questão de falar, apertar a mão, elogiar… coisas que alunos especiais como aqueles poderiam fazer.

O que mais me chamou atenção foi o olhar atento para cada palavra que eu falava enquanto apresentava o programa e cronograma das aulas. O reconhecimento por parte dos alunos é a coisa mais importante nessa profissão que escolhi há um pouco mais de 12 anos. Uma fala me deixou inquieto: “não queria fazer Letras, na verdade queria fazer Psicologia, mais como sou muito novinha, minha mãe não autorizou morar sozinha em outra cidade, então fiz Letras mesmo”. A aluna falou com tanto desdém que tive vontade de arremessá-la pela janela.

Não contive o desejo de falar: – A idade até pode influenciar na sua decisão, mas na do colega que você atravancou não acho correto, pois aquele que estava na lista de espera poderia ter obtido classificação caso vc não tivesse em seu caminho ou quem sabe assumido a vaga se vc não tivesse ocupado. A seriedade deveria ser amadurecida nas pessoas desde cedo para evitar esse tipo de coisa.

Isso não é tudo. O pior são as pessoas que assumem cargos sem ao menos conhecer as resoluções do curso, tomando decisões onde não deveriam se meter, a essas coisas deposito todo meu desprezo e insatisfação.

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Deu branco

Janeiro 25, 2009

Aquelas situações que nem Freud explica, quando dá branco. O branco (sentido mais literal de esquecimento) na hora que precisa falar, expressar o pensamento. Caramba! Em uma das apresentações de monografia, um aluno simplesmente fala: – Deu branco, professor! Os participantes da banca foram agradáveis por demais, coisa que nem sempre acontece, uma vez que essa característica se torna rara depois da academia.

Estávamos assistindo ao filme Ps: Eu te amo, até agora o branco permanece em minha mente, não entendi ainda grande parte, permanecendo um branco invasivo.

Como estou falando de branco. Pois é, acabou de rolar um novo branco.

Até breve!!!

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Benjamin Button

Janeiro 16, 2009

Tudo aquilo que foge ao modelo “normal” da sociedade, foge também do controle, mostra-nos que não estamos preparados para o diferente, estranho, principalmente se não condiz com o modelo de beleza estabelecido pela hipócrita sociedade na qual vivemos.

poster_193511O curioso caso de Benjamin Button é um exemplo disso, mesmo que ficcional. A narrativa trata de uma criança diferente que nasce velha e vai rejuvenescendo ao passar dos anos, tendo que conviver com o abandono, a perda, a dor da guerra e, principalmente a de não encontrar o amor no tempo cronologicamente propício, uma vez que tende a desaparecer com a juventude. A adaptação do conto do autor norte-amaricano F. Scott Fitzgerald traz Brad Pitt no papel de Benjamin Button, o qual não considero grande ator, mais nesse filme até que gostei de sua atuação, merere um crédito. O que mais me chamou a atenção foi a atuação da fabulosíssima Cate Blanchett, como não é novidade não farei cometários, evitando cometer algum deslize.

O importante é a essência do filme, e que vale muito a pena conferir.

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Be happy!!!

Janeiro 12, 2009

Então, a chegada de 2009 foi para mim muito especial, aliás, continua sendo. São tantas provas de carinho de pessoas próximas e distantes que já não via há muito tempo; foram alunos, ex-alunos (que para mim continuarão sendo), a formatura de duas turmas do semestre 2008.2, a companhia constante da Rose. Bom, essas coisas têm me tornado mais feliz.

Sábado dia 10, fomos à festa de formatura dos meus alunos, turma acima atgaaababa11jnb34jukjqsu6v4n7ylmo3cxwcxckuaoc5cpbsktztaqxgn90potimseei20fgsvr96sb2kud476vtmiajtu9vdejknla7tjtoxf7mxzzgqsc8svnwmencionada. Foi tudo tão especial, e pensar que há quatro anos atrás eu que estava na situação deles, precisamente em dezembro de 2004 recebia das mãos do reitor da UEPB o comprovante oficial de graduado em Letras, foi emocionante e não escondi em nenhum momento, nem conseguia, pois a emoção estampava a face. Entre risos e lágrimas sabia eu que não parava alí, veio a pós, o mestrado (quase concluído). Mais, está entre meus alunos, vendo a emoção em cada rosto, a lágrima que sutilmente rolava no rosto de alguns e, principalmente dos pais me fez perceber e o quanto sou importante na vida atgaaadxhdz9so2fnvctrwn6dqnnuckflmrnqhi-anuf7rjhw0ohtf5a83ofjovjs4wmkrjcqa2uuablhnu0vkn74ilxajtu9vceyuzmtydrrmsxpoae_3o8gxqvywdaqueles que não mediram gestos e palavras para agradecer a minha presença na festa.

Até tentei desfarçar, mas não consigui. Em meio aos aplausos e sorrisos, a descida na escada acompanhados de suas mamães, papais, namorados(as), amigos(as) a emoção deles era contagiante e, saber que estavam felizes com minha presença, não sei como expressar.

atgaaadxounmyft0dmlhf-s_yks-5uia3kcc04d-ojfm0msjwqyooraswbeiw_fm1d7ahvmr0zc_javyultdxcx48jqeajtu9vdvp45cleztsgeralfp5qlwdtvxxgQuero desejar aos formandos muito sucesso e que não parem, uma vez que não se trata de uma carreira estática, acreditem nos sonhos, lutem por eles, avante!!!

Outra coisa que merece destaque é a companhia constante de minha querida Rose e, para completar recebo um presente belíssimo que jamais pensei em tê-lo, a não ser em sonho. Sabe aquelas canetas tipo tinteiro, ponta de pena??? Isso. Recebi de presente, nem sei se mereço. Em meus sonhos interioranos, quando pict0224morava na pequena Pilõezinhos passava horas imaginando como seria tocar, escrever com uma caneta daquelas que, às vezes passava em comerciais de TV ou então, vinham em gravuras de jornais. A última vez que imaginei foi na sessão de Coração de tinta, daí… é… acabei de ganhar. Obrigado, minha linda!

Acho que era isso que gostaria de registrar.

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Seis coisas sobre mim

Janeiro 9, 2009

pict0049Falar sobre mim é uma tarefa bem difícil, nem sei se consigo. Esse desafio foi feito a Rosângela pelo Daniel Henrique, a Rosângela passou para mim e, aí vamos nós. Em um outro momento falei coisas e uma pessoa “engraçada” para não dizer absurda, sem conhecer a filosofia do meme comentou besteira, espero que não se repita.

A questão é elencar seis coisas aleatórias sobre mim, sendo assim entre virtudes e defeitos tentarei alcançar o desafio, então Rose, aproveite para aprovar ou apontar alguma que eu venha esquecer.

1 – Mudei. Antes acreditava mais nas pessoas, achava que tinha amigos, quando descobri que não era verdade sofri muito. Hoje desconfio das pessoas, dos risos ou coisas parecidas, claro que ainda há algum sentimento humano em mim, só não estou disposto a acreditar nas pessoas; uma aqui, outra ali, ainda rola.

2 – Decepção. Uma coisa leva a outra, a mudança no primeiro ponto está relacionada à decepção, uma vez que pessoas que eu acreditei magoaram imensamente, daí a decepção surgiu, desencadeando o distanciamento.

3 – Sonhador, às vezes inocente, por mais que as inocências sejam desfaceladas com o tempo. Sonho com o bem coletivo, com a salvação através das leituras…. coisas de acadêmico, é duro perceber que no fim é só vc contra vc mesmo.

4 – Apaixonado por livros. Agora que posso comprá-los, já não tenho espaço em minha parte do office, pois sempre que vejo um pertinente, quero comprar, antes namoro bem muito até me convencer de que será um amigo. A seção de CDs, DVDs e materiais escolares me fascinam muito tanto ao vivo, quanto nos sites, nos quais passo horas visualizando, aquele cheirinho de novo; poxa, que legal. Minhas últimas aquisições foram O assassinato e outras histórias do Tchekhov e Coração de tinta.

5 – Explosivo. Não sou fogo de artifício, mas sempre explodo. Tais explosões acontecem, principalmente quando pessoas tomam atitudes sem conhecer as leis, o regimento; acham que por estarem ocupando cargos ou posições podem agir de toda forma, arrogante, pedante, amostrada…. isso me tira do sério, se bem que já melhorei um pouco, mas ainda preciso tratar friamente esses vermes.

6 – Sou legal. Contrário da Rose, geralmente sou legal, compreensivo na medida do possível, educado até um limite, desde que não ultrapasse minha paciência que, às vezes tem um pavio curtinho.

Bom, acho que respondi, não sei se valeu ou alcançou os objetivos do Daniel Henrique e também da Rosângela.

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Ano Novo, Vida Nova!

Janeiro 4, 2009

Aqui estou eu, de volta ao mundo dos internautas.


Quero resgatar, rever, tentar ao menos o novo. Ano Novo, Vida Nova é uma forma repetitiva das pessoas dizerem ou até mesmo sonharem com a mudança, mudança que quero tanto. Quero estabelecer metas que possam ser cumpridas, amizades que sejam amizades, trabalho que seja trabalho, pessoas que sejam pessoas, para tanto uma coisa não muda, o respeito.

Falo de respeito não como moralismo, ou coisa parecida, mais de um respeito inerente a mim, aquele que cresci com ele, foi passado de pais para filho, aquele respeito que não vejo em muitas pessoas. É desse respeito que estou me refererindo, pessoas que respeitem a outra pelo simples fato de ser pessoa, independentemente do cargo que ocupa, da função que desempenha. Para mim respeito é isso.

Durante dois anos de vida acadêmica, falo da pós, serviram para muitas reflexões não só teóricas, mais existenciais. Como a academia é capaz de mudar as pessoas? Dependendo do ângulo teríamos várias respostas, mas não quero delongas a esse respeito, apenas frisar que foi nesse período que aprendi, principalmente com a dor. Mas, não só de dor vive o homem, nesse período aprendi a sorrir com as palavras, com os gestos, até mesmo quando as idéias não vinham, vi implicitamente o que pode me fazer feliz e, é por essa felicidade que lutarei dia após dia, debruçando-me em minhas aptidões e dedicando-me a elas e o resto confesso que não sei agora.

A autora que minha fonte de vida pesquisa já dizia “viver é muito perigoso” e, é nesse perigo constante que estarei, lutando contra as adversidades surgidas  e as angústias  que hão de surgir sempre.

Metas! Pois bem, não divulgarei aqui de forma elencada, mas diria que a principal é superar os obstáculos, dando prova de que é possível está entre os melhores sem perder a humildade e o respeito pelo outro. Uma coisa é garantia para alcançar tais metas, LER.

Ler é o verbo que define o que penso agora, em consonância a tal, falo do primeiro filme que vi em 2009, ontem O coração de tinta me levou às dimensões inemagináveis, ao irreal muito real, que me fez despertar e acreditar no que sou capaz e de querer o possível.

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O caderno, o livro.

Novembro 13, 2008

O caderno sempre teve um sentido em minha vida, assim como o livro. As metáforas da vida são expostas através das palvras, objetos, coisas etc. Uma delas, o caderno; aquele comprado com o dinheiro que seria destinado ao arroz, ao feijão ou coisa desse gênero. Dona Inácia (minha mãe) fazia questão de substituir, almejando a satisfação e necessidade dos filhos, pois para ela o sorriso com o caderno superava a falta ou a restrição do alimento.

São nítidas as lembranças do caderno em minha mente, e as palavras caprichadas em cada linha, mesmo p10100011quando o professor pedia que o gastasse, repetindo entre 150 a 200 vezes as palavras que não seguiam a ortografia, quanto desperdício. Já o livro, outro objeto escasso em minha vida. Mais uma coisa é clara, próxima a minha cama na casa da minha quase avó, havia um livro do Fernando Pessoa, os mais belos poemas que por vezes li; não tinha o cheirinho de novo, mas tinha um valor simbólico e sentimento que até hoje não sei calcular.

Outro encontro com o caderno aconteceu recentemente, quando ouvia o CD do Fábio de Mélo, no qual gravou a música O caderno, do Toquinho. Pensei está diante de uma nova canção. Só que se tratava de uma gravação recente, a qual havia sido interpretada por outros ícones da música brasileira, inclusive o Chico Buarque. Nossa! Aonde eu estava que nada disso vi? Ainda bem que a boa música permanece, e como novidade surge na vida de novos leitores.

Outra coisa que faz parte e preenche a ausência remota dos livros são os novos livros, novas imagens que contribuem na compreensão da vida, do ser. Falo agora não de um livro comum, mas de uma obra de arte assinada pelo Roberto Coura e o grande, admirável, Amador Ribeiro Neto que nos proporcionaram tão significante trabalho o Imagens & Poemas. Na ocasião do lançamento, tivemos a oportunidade de tão belo e agradável momento, me senti um personagem em meio aquele ambiente com a brisa batendo no rosto e companhia de pessoas adoráveis.

p10100102Recebi o mais carinhoso autográfo de toda minha vida, a sensação de que estava no paraíso, com o livro mais completo de todos os tempos, sem ordem, sem capa, mas com um espaço reservado a dedicatória. A busca por esta página, feita pelo autor, foi a demonstração de humildade que há muito não via. Atentamente, buscava no embaralhamento das partes do livro o espaço para deixar tão belas palavras, as quais nem sei se mereço.

Seja o caderno, o livro mais que sejam as metáforas de minha vida.