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Um dia aluno, outro professor.

Abril 12, 2008

Em 17 de dezembro de 2004 estava aquele fruto da mais simples árvore, coberto de um tecido acetinado e recheado de uma vontade e sonhos.

Tudo estava tão maravilhoso que não enxergava um centímetro além da emoção de receber o título de Licenciado em Letras; tudo fascinante que chegava a se encher de aroma e tão delicado perfume de um possível sonho.

No jardim não só as rosas de todas as cores, mas os espinhos dificultavam o acesso ao néctar. Tão sublime era a vontade de chegar ao ápice, mas tão delicado estava o ser com apertos no peito, aguardando o momento para brilhar nem que fosse por um único minuto.

Ali fazia o momento de glória, de superação e dor.

Chegar a calçada da fama era quase que impossível quando não tinha sequer a areia que a sujava. Momentos marcantes e também significativos, ao ponto de virar os olhos e enxergar cada espinho, pedra que elevava a dificuldade de marcar no cimento fresco o registro de alguém.

Da calçada da fama volta, na figuratividade de outra importante peça, considero.

As flores se repetem, um tanto diferente, mas acho que com a essência de um sonho que ainda existe. Ah, com a certeza de que a marca lá está, não na calçada e sim numa placa.

(…) e o sonho cotinua (…)

4 comments

  1. Parabéns. Esse era só o começo da jornada, nera não? Boa sorte na caminhada.


  2. Cheguei até aqui através de Blogs de amigos.Vim te convidar para conhecer o Compartilhando as Letras, sua visita muito me honrará.
    http://www.compartilhandoasletras.blogspot.com


  3. Ah, que bonito, amoke!! Gosto quando você escreve sobre superação. É isso aí, sempre avante!!

    Bjs!!


  4. Meu caro…
    Peço perdão pela ausência nos comentários.
    Estou numa correria cotidiana absurda. Mas sempre volto aos lugares onde aonde encontro oxigênio entre as palavras. Sabe, além do tempo, às vezes me falta o ar.

    Abração
    Bruno


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