Posts de Novembro, 2006

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Sargaço e maresia

Novembro 27, 2006

Em Maceió, nov 2006 

A ida a Maceió foi quase perfeita, não vou detalhar; apenas refletir o quanto as pessoas usam mácaras e podem ser perigosas.

O evento não correspondeu a expectativa, mas como estava ali, para apresentar um trabalho pela primeira vez, a nível nacional, valeu a pena! Sem falar, que segundo alguns espectadores foi muito legal; como diz a Luana foi “a sessão”. Sem falar do filme “Os infiltrados” e, para fechar, o SHOW, que me fez aliviar toda a tensão, no Teatro Gustavo Leite, do Caio Mesquita, o garoto é realmente um espetáculo!

Assim como disse um dos meus anjos, algumas pessoas trazem sargaço, outras a maresia e outras a leveza da brisa. Tudo serve como experiência. Mesmo com a decepção, quero levar comigo o mais belo toque de um intrumento musical, já que nem todas as pessoas são ruins.

Já que o “AMOR me pegou, foi quem nem maré”, interpretada pelo Caio com uma pureza de criança…

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Busca

Novembro 20, 2006

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Nossa vida é uma busca incessante. E, nessa busca deparamo-nos com algumas situações, às vezes agradáveis, ou não.

Como falei em outro post, sou guardado por anjos, por isso, consigo realizar meus sonhos; amanhã estarei viajando a Maceió, para apresentar minha primeira comunicação em um Congresso Nacional, isso é só o início de uma carreira acadêmica.

Estarei em meio aos meus amigos feras, que é caso da famosíssima Juliene; o bom é que já fomos colegas de disciplina com o professor Estrela e também anjo Dermeval da Hora.

… a emoção fala mais alto, nem consigo torná-la pública como deveria; apenas me sinto uma “gotícula” importante na construção acadêmica… às vezes, a inferioridade quer invadir meu espaço, porém não consegue, porque a força de vencer é maior, dando espaço a realização da busca.

Conto os detalhes na volta…

O maior problema é: já estou sentindo saudades da minha QUERIDA ESPOSA, e ela também.

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Saudades…

Novembro 19, 2006

 

Domingo… esse dia é realmente um dia quase inexplicável, pois não me concentro para outras atividades, principalmente acadêmicas, já houve tempo que era exclusivamente acadêmica. Mais sabe aqueles costumes de família? É, de ir à missa, visitar um parente. Ainda não esqueci desses hábitos de uma família tradicional, bateu aquela saudade.

Além de estar com o corpo alimentado, devemos ter o espírito cheio da paz do Senhor Jesus; acho que se as pessoas acreditassem nisso, talvez houvesse um pouca mais de paz nesse mundo, que é tão injusto.

A minha esposa conheceu o “meu domingo”, sei que ela não aprovou, mas é isso, temos que respeitar o gosto do outro. Para mim, o domingo é dia de alimentar o espírito, de agradecer a Deus por tudo; pois Ele sempre nos reserva mais do que aquilo que sonhamos…

Que bom seria, que a poética de Deus conseguisse alcançar as pessoas, tornando-as mais conscientes e temerosas…

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Como uma onda

Novembro 18, 2006

 

Pela manhã fiz uma caminhada nas areias da praia, era cedo, para alguns muito cedo. Para mim serviu para enxergar coisas, que talvez não as visse em outro momento, uma delas foi o barulho das ondas, que falava algo diferente.

Daí, começei a me perguntar, já que não tinha conversas com outras pessoas, a não ser meu próprio eu. Como essa onda nos fala bem, que mensagem de fé ela nos traz? Por que sempre nos fazemos de desentendido e, não ouvimos o que ela tem a nos dizer?

Além do aprendizado da onda, pude sentir uma sensação maravilhosa, a brisa na face, enquanto em Jesus bateram forte; o vento suave, enquanto pessoas fazem queimadas. Ou seja, a sensibilidade, ainda não chegou no coração e na consciência de todos.

Pensem o quanto o criador nos presenteou e, nós quase nada retribuímos…

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Academia

Novembro 17, 2006

Certa vez sonhei sendo acadêmico, claro, isso tem algum tempo, não tão remoto, precisamente, há uns 12 anos atrás, quando fazia a 7ª série. Esse sonho tornou-se real, fui acadêmico do curso de Letras no Campus III - Guarabira, interior do Estado da Paraíba, hoje sou mestrando da UFPB.

Tudo foi muito emocionante, das provas do vestibular à formatura; as lágrimas me acompanharam nessa trajetória não como símbolo de tristeza, mas como alegria, conquista, realização… Não parou aí, a última lágrima, não foi tão poética, nem tão menos de felicidade, foi uma sensação de perda, como se tirassem um doce de uma criança. Isso aconteceu quando soube dos rumores da possível transferência do Campus, cortando o sonho de outros “JPs”. O que leva pessoas a fazerem o mal a outras?

Aquele Campus atende pessoas sonhadoras, principalmente vítimas de uma sociedade injusta, a qual não oferece condição de estudar em uma capital. Como alguém pode sobreviver num país capitalista, sem capital? Como alguém pode cursar uma faculdade sem a UEPB em Guará? Quem conhece 1% da minha história sabe o quanto a UEPB é importante.

Aqui deixo meu lamento…

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O tempo não pára

Novembro 16, 2006

Salvador Dali 

Ontem assisti pela terceira vez o filme brasileiro “Cazuza”, e fiquei a reverberar o subtítulo do filme: O tempo não pára.

É… Não me vi naquela situação em nenhum momento, porém passei a refletir como seria a vida de um pessoa naquela situação. O que diria sobre o tempo? O que faria naquela situação e, realmente, não consigo explicar.

Fui criado numa política familiar, completamente diferente, onde o respeito prevalecia, onde a responsabilidade deveria acompanhar nossas decisões, não tive tempo para essas tais diversões, até porque não existiam no meu pequeno mundo. Mundo esse, que me trouxe valores e, a valorizar o simples, na certeza de conquistar meu espaço. Também não quero julgar ninguém, só não compreendo como uma pessoa pode se maltratar tanto.

Para mim, o tempo, realmente não pára, mas faço desse tempo uma metáfora para superar os obstáculos da vida. Não quero ter um discurso moralista, como também não tenho esse poder sobre as pessoas, apenas sonho para que um dia todos possam aproveitar seu tempo, sem que escorregue pelo ralo, passando a ter uma ideologia.

Que bom seria que (todos)  tivéssemos uma!

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Casados há um mês

Novembro 15, 2006

 

Está fazendo um mês que estou casado com a minha amada Rosângela. É, amada Rose, pois essa mulher me traz felicidade e a vontade de viver cada minuto dessa vida, como se estivéssemos nos beijando pela primeira vez.

Alguém pergunta se estamos bem, e a resposta nem precisa ser expressada com palavras, nosso sorriso fala por nós. Não sei qual a retórica da pergunta, porém só posso dizer que sou e estou FELIZ.

A comemoração foi meio conturbada; essas coisas que sempre aparecem como provações nas nossas vidas. Tomamos até um vinho, presente da nossa querida amiga JULIENE.Contudo, passamos a reverberar o tempo, tempo às vezes possível de explicar, mas não de entender.

Nesse tempo, sou aprendiz para que possa sempre levar a felicidade, sem enganar ninguém, sem ser enganado. Vamos dividindo o espaço da casa, as tarefas enfim, os bons momentos, que são responsáveis pela superação dos problemas e obstáculos.

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Anjos…

Novembro 12, 2006

 

Não seguindo a etmologia da palavra, mas a semântica, de modo que o leve a refletir como se um anjo tivesse sido, ou estado ao seu lado, enquanto tomava alguma decisão.

Sempre fui acompanhado por um “anjo” nas minhas decisões ou nos grandes passos que tinha que dar, foi sempre assim, os anjos, sempre prontos a me ajudar.

Por falar em anjo, lembro agora de um deles. Nos momentos de loucuras, não sabia mais o que fazer, a não ser curtir a vida de maneira, um tanto sem compromisso, coisa que não fazia meu estilo. (Quero dizer, essa onda de “ficar”). Ainda bem, que esse anjinho me abriu os olhos, aí, encontrei minha esposa como prenda que o mesmo me trouxe.

Com isso, quero dizer, que sempre existirá um anjinho sempre pronto a ajudar, mesmo porque essa é sua missão, ser guardião.

“… você que está aí, paquerando essa garota, mostre que é possível gostar dela, mesmo antes de tocá-la, de beijá-la; quem disse que beijar na boca é uma declaração de amor, pode até ser, mas não é tudo…”. Esse alerta foi dado pelo meu anjo.

Pensem nisso, que talvez assim, a felicidade seja sua companheira…

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Quando o “novo” vem…

Novembro 9, 2006

Outubro 14 de 2006 

A emoção do nascer é algo que talvez não sentimos quando chegamos a esse espaço chamado mundo, para isso temos um ser especial que faz isso por nós, nossa MÃE. Além desse papel, ela nos faz enxergar as coisas novas que vão surgindo, surgindo… Até que um dia, precisamos nos separar, a dor é muito grande, mas, quando se trata de uma despedida padrão, a dor é um pouco aliviada; foi o que aconteceu recentemente comigo, pois sai da casa dos meus pais para morar com minha esposa, que é coisa mais linda desse mundo.

Na minha vida o sonho sempre foi parte integrante, mesmo quando os obstáculos pareciam insuperáveis. Porém o pensamento de desistir não fazia parte do meu dicionário. Fui crescendo, deixando as brincadeiras de criança, as quais foram poucas, talvez pelo fato de aos 15 anos já tinha adquirido uma responsabilidade, trabalhar para complementar a renda da família. Sou muito feliz por isso.

Trago essa felicidade enfática, por ter sido dela que me tornei quem sou, um sonhador, que realiza os sonhos, sabendo ter paciência quando a realização do mesmo não vem. Sou aprendiz dessa vida, às vezes um tanto cruel, às vezes, maravilhosa.

É… Sou assim…. Agora, estou realizando parte de um sonho que sempre tive, mesmo quando não sabia nem o que significava. “Um dia farei mestrado”; É,… Mestrado, não foi fácil, mas consegui, sou orientando de uma professora maravilhosa, educada, objetiva e muito compreensiva. Sou realmente abençoado, recebo as coisas como presente de Deus, claro me esforçando ao máximo, fazendo sempre o possível para está aprendendo e crescendo.

Sou feliz, bem criado por pessoas simples e amado, casado com uma pessoa especialíssima. (Rosângela). Free for flying…

Continua no próximo capítulo…