Acredito que o cinema nacional tem melhorado cada vez mais. Por falar em naionalidade cinematográfica, estivemos em Sampa em Julho do ano passado e, no momento era lançado o filme “Era uma vez…”, com o Thiago Martins, o qual protagoniza a narrativa e também estava no Shopping Eldorado participando da estreia.
A poucos centímetros do elenco, como também de conhecer o enredo da trama, guardei as imagens daquele momento. Só esta semana pude assistir ao filme e, perceber que não se trata apenas de mais uma historinha de amor, de pobre e rico, de favelado e princesa…
Ainda continuo em transe, pensando em cada detalhe, cada cena, conflito.
Fico a pensar de como seria se o rumo tivesse sido outro, o que teria acontecido se os sonhos daquele casal jovem e inocente tivessem acontecido de forma diferente, ou será que estou alimentando o sonho… ou o sonho do casal tornou-se extensivo a mim? Acredito tanto no amor, mais que amor é esse? Como foram mal-interpretados. Como ser diferente atrapalha.
Confesso que não construi uma ideia sobre as imagens, não formalizei um pensamento, apenas vi que a possibilidade de amar nem sempre tem um final feliz.



O curioso caso de Benjamin Button é um exemplo disso, mesmo que ficcional. A narrativa trata de uma criança diferente que nasce velha e vai rejuvenescendo ao passar dos anos, tendo que conviver com o abandono, a perda, a dor da guerra e, principalmente a de não encontrar o amor no tempo cronologicamente propício, uma vez que tende a desaparecer com a juventude. A adaptação do conto do autor norte-amaricano F. Scott Fitzgerald traz Brad Pitt no papel de Benjamin Button, o qual não considero grande ator, mais nesse filme até que gostei de sua atuação, merere um crédito. O que mais me chamou a atenção foi a atuação da fabulosíssima Cate Blanchett, como não é novidade não farei cometários, evitando cometer algum deslize.
Matematicamente falando cada metro quadrado comporta nove pessoas, ultimamente esse cálculo de proporcionalidade tem mudado. Segundo alguns autdoors aqui em João Pessoa anunciaram que o Manaíra Shopping ocupava a segunda posição em área quadrada, ou seja, o segundo maior Shopping do nordeste.
última vez que lá estive, na segunda-feira, a fim de assistir ao filme O dia em que a terra parou com Keanu Reeves, presenciei ao ataque de famintos, tanto na tela quanto na platéia, um bando de desavisados, querendo aparecer com suas pipocas, refrigerantes, falando alto, ao telefone celular, uma loucura. E o pior é que a sala estava lotada de seres ofensivos, até pensei que a essência do filme alertaria ao menos alguns, mas ao ouvir uma sentença mal formulada do tipo “vamos ser destruído por traça de ferro”, sinceramente volto ao que comentei antes, são mesmo seres vivos, uma vez que o estágio de humano ainda não os alcançou.
mencionada. Foi tudo tão especial, e pensar que há quatro anos atrás eu que estava na situação deles, precisamente em dezembro de 2004 recebia das mãos do reitor da UEPB o comprovante oficial de graduado em Letras, foi emocionante e não escondi em nenhum momento, nem conseguia, pois a emoção estampava a face. Entre risos e lágrimas sabia eu que não parava alí, veio a pós, o mestrado (quase concluído). Mais, está entre meus alunos, vendo a emoção em cada rosto, a lágrima que sutilmente rolava no rosto de alguns e, principalmente dos pais me fez perceber e o quanto sou importante na vida
daqueles que não mediram gestos e palavras para agradecer a minha presença na festa.
Quero desejar aos formandos muito sucesso e que não parem, uma vez que não se trata de uma carreira estática, acreditem nos sonhos, lutem por eles, avante!!!
morava na pequena Pilõezinhos passava horas imaginando como seria tocar, escrever com uma caneta daquelas que, às vezes passava em comerciais de TV ou então, vinham em gravuras de jornais. A última vez que imaginei foi na sessão de Coração de tinta, daí… é… acabei de ganhar. Obrigado, minha linda!

